Prati-Donaduzzi e Centralpack que evitam a emissão de mais de 7,8 milhões de kg de CO2 para a atmosfera

O Coliseu-Donaduzzi e Centralpack usaram as fontes de energia renováveis, como a energia eólica e a energia solar na produção, evitando a emissão de mais de 7,8 milhões de kg de CO2 para a atmosfera

Com o uso da energia que anima, a farmacêutica e da via veneto (rua)-Donaduzzi e da indústria de embalagens Centralpack, ambas com sede na cidade de Toledo (PR), que deixaram de emitir mais de sete milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. O inquérito foi realizado e publicado pelo Famoso Energia e Sinerconsult.

De acordo com o estudo, no caso das empresas que utilizam as fontes convencionais, para contrariar o que provoca o efeito estufa, seria necessário contar com a plantação de mais de 58 mil árvores que crescem em um projeto de reflorestamento com uma duração de 30 anos de idade.

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Só prati-Donaduzzi, evitou a emissão de mais de sete milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2). Já Centralpack, que integra o Grupo a Prati-Donaduzzi, se deixou de emitir a 800 toneladas.

Entre as fontes de energia renováveis utilizados pelas empresas são: a energia eólica (força do vento), energia solar (luz e calor do Sol e a biomassa (matéria orgânica).

A energia incentivada

A iniciativa chegou a receber um certificado Famoso da Energia e da Sinerconsult que foi adotada uma nova metodologia de cálculo desenvolvida nos Estados Unidos pelo World Resources Institute (WRI). O método mais utilizado pelas instituições que se segue na mesma linha, é utilizada por empresas, Organizações Não-Governamentais (Ongs) e instituições governamentais.

O engenheiro da prati-Donaduzzi, Andres Augusto Reis, explicou que o farmacêutico é considerado como um consumidor livre e pode escolher o seu fornecedor de electricidade, no entanto, opta-se pela energia que anima.

De acordo com o diretor de engenharia de produtos farmacêuticos, Fernando Zimmermann, atualmente, 100% da energia utilizada na indústria de medicamentos e embalagens, vem de fontes alternativas, como a convocação de energias limpas.

As empresas do Grupo, prati-Donaduzzi tem uma grande preocupação com o meio ambiente. Obtenção do certificado transformou-se em sinônimo de orgulho. Depois de tudo demonstra que estamos comprometidos não apenas com a produção dos medicamentos, mas também para a sustentabilidade do planeta”, disse o sr.

De acordo com o diretor da Centralpack, Victor Donaduzzi, um dos pilares de nossa empresa é o compromisso e o respeito pelo meio ambiente. “No mundo em vias de globalização, é importante pensar sobre os temas de meio ambiente. Cada empresa faz a sua parte, daremos mais um passo para o futuro e, por conseguinte, para que as futuras gerações”, acrescentou Donaduzzi.

A Centralpack, a indústria de embalagens em que se integra no Grupo a Prati-Donaduzzi, mas também faz com que o uso da energia que anima. Nos últimos três anos, a empresa foi reduzido em mais de 800 toneladas de dióxido de carbono. Desta maneira, o equivalente a cerca de seis mil árvores que crescem em um projeto de reflorestamento com uma duração de 30 anos de idade.

Foto: Um Grupo De Prati-Donaduzzi Fonte: Sistema De Prati-Donaduzzi

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