Sindigás ” a ANP diz que vai punir o censo que se realize o ajuste excessivo de preço

Fonte: Terra

Estações de serviço que se façam reajustes abusivos de preços, na sequência da crise do petróleo , podem ser punidos, segundo informou nesta terça-feira e quarta-feira, 17 anos, à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em um comunicado, a agência disse que se realiza uma pesquisa semanal de preços e as inspecções no mercado de combustíveis. “Na medida de fixação de preços abusivos, a ANP atua no conjunto dos Procons, para punir os infratores da lei”, disse ele em um comunicado.

Com base na pesquisa semanal de preços da ANP, o relatório do Estado elegeu as 11 estações de serviço da capital do estado, cujos preços foram coletados na data de hoje, dia 12 de setembro, quinta-feira passada. Das 11 estações visitadas, em que apenas um, o preço da gasolina comum era maior do que o apontado pela pesquisa da ANP do passado quinta-feira.

De acordo com a análise da ANP, o litro da gasolina que é vendida no escritório de Serviços para a indústria Automóvel, Girassol, a bandeira da Casca, que fica no bairro do Itaim Bibi, era de R$ 4,399 passada quinta-feira. Ontem, o litro da gasolina, que sai de r$ 4,999, com um aumento da taxa de 13,6%. O diretor do escritório de Antonio do Nascimento, no entanto, diz-se que o preço da gasolina, não será devolvido o pleno. “Este é um preço que se encontre este valor há muito tempo”, disse, sem especificar a data da última subida.

José Alberto Pacheco s / n, o presidente do Sincopetro, o sindicato que representa 8,5 mil estações de serviço no Estado de São Paulo, brasil, e disse que, até o momento, não há um deslocamento dos proprietários de estações de serviço com o fim de aumentar os preços. Além disso, destacou que não há nenhuma razão para isso, tendo em conta que a Empresa não se reajustou o preço do petróleo, a companhia informou que não vai se mover na cotação. Meesmo assim, recorda-se que os preços dos combustíveis, de graça.

Voltar a ajustar os preços, no entanto, poderia enfraquecer ainda mais as vendas. Segundo o presidente do Sincopetro, o movimento do comércio a retalho, a indústria está muito fraco. “Hoje em dia, entre 60% e 65% do combustível que é vendido em seu lugar é o de outros.” Atualmente, o preço do litro de etanol a partir de o que equivale a 60% do valor a pagar pelo serviço.

Fonte: www.sindigas.org.br/novosite/?p=15830

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