Sindigás ” Guindastes do Brasil planeja construir minirrefinaria da Bahia

Fonte: EPBR

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou nesta segunda-feira (21) em resumo, o projeto da Argentina às Refinarias para a construção de uma unidade com capacidade para processar 735 de barris por dia (um total de 117 m3/dia) na .

De acordo com a informação remetida pela companhia à ANP, que a unidade foi projetada para a produção de óleo combustível, óleos essenciais, o nafta e a cera de parafina. A agência tem que permitir o investimento de capital.

Na Argentina, as Refinarias do grupo de , de logística e de que, nos últimos anos, entrou em projetos de exploração e produção, e a contratação dos blocos e campos, com a acumulação, os marginais, se oferece aos rodadas da ANP.

No round 4 da acumulação, o marginal, a empresa contratou os campos de Araçás Leste e o Jacumirim, tanto na , e o 14 da rodada de subsídios para o bloco de SAL-T-132, na terra, na Bacia . Aos Guindastes da Argentina, que opera com 100% dos contratos.

O Objetivo da Noxis Energy, que também tem planos de construir uma refinaria no olho no mercado dos combustíveis para uso marítimo (bunker), o diesel e a gasolina. O projeto, em desenvolvimento, estabelece-se uma unidade de mais de 25 mil barris por dia.

As mudanças no mercado de depósitos

Por outro lado, no mercado de depósitos se realiza uma transformação para as exigências da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) para a redução do teor de enxofre presente no combustível. A que vê uma oportunidade para o óleo do brasil.

“Os óleos pesados, com alto teor de enxofre (…) se perdem de repente, seu principal mercado. Muitos dos produtos que vêm de países do Oriente Médio. No outro extremo, haverá mais demanda de sweet crude mais facilmente o refino de combustíveis com baixo teor de enxofre. Esta é uma grande notícia para um dos maiores produtores, como o Brasil”, diz Alan Gelder, da Wood Mackenzie (em inglês).

O Brasil ratificou as disposições da OMI para a redução do teor de enxofre é de 3,5% para 0,5% a partir do ano de 2020. No início de novembro, o Comitê de Avaliação para o Fornecimento de Combustível Aquaviários, deverá apresentar à CNPE uma opinião sobre o assunto.

Fonte: www.sindigas.org.br/novosite/?p=16177

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