Sindigás ” o Espírito Santo, não é necessário privatizar a distribuição de gás, o que se afirma em Heber city Tampa

Fonte: EPBR

Indica-Se por parte do governo e do Espírito Santo, como o primeiro presidente da c de Gás, Bacharel em buenos aires, não se vê razão para que o estado deixe de distribuição de gás natural, e de acordo com a visão de que a atividade é um monopólio natural.

“O serviço de distribuição de gás no Espírito Santo, nestes 26 anos de idade, foi privado. A partir da perspectiva do governo, de forma indevida, mas, em privado”, disse.

A criação da c de Gás, que terminou este ano, que foi possível graças a um acordo entre o governo capixaba e a BR Distribuidora, o que resultou em uma disputa judicial que se iniciou no ano de 2016.

O BR, até há muito pouco tempo, uma subsidiária controlada pela força aérea brasileira, atuava através de uma concessão que se faça sem a concorrência na distribuição de gás no país. O governo do estado tem 51% das ações ordinárias com direito a voto, e em 40% de seu capital social a a c de Gás. “No momento em que estamos neste conflito, desde o ano de 2016, vem o Novo Mercado de comercialização de Gás natural. O que não tem sentido, para que o Espírito Santo privatizar algo que era particular e que o estado não tem ideia do que o potencial de valor da empresa”, afirma o Bacharel buenos aires, que antes de assumir o comando da empresa da secretaria de Desenvolvimento por parte do estado.

“Por outro lado, a privatização das empresas estatais, coloca-se como condição para o ministro da economia, Paulo Guedes, para o apoio das dívidas dos estados. O Espírito Santo não é necessário, já que é o único que se nota nas contas.”

Nesta entrevista com o Bacharel e buenos aires, feita no final de julho, foi publicada, em primeiro lugar, o Político, o serviço é exclusivo para os assinantes da epbr

Os outros estados que estão trabalhando para privatizar as empresas, mas que é o Espírito Santo que está fazendo o caminho inverso ao da criação de uma empresa estatal de gás natural. A que se deve este movimento contrário?

De fato, o serviço de distribuição de gás no Espírito Santo, nestes 26 anos de idade, foi privado. A partir da perspectiva do governo, de forma indevida, mas que no privado.

O que não tem sentido, para que o Espírito Santo privatizar algo que era particular e que o estado não tem ideia do que o potencial de valor da empresa. Vai privatizar, por enquanto, qual é a base?

Pessoas que nem sequer conta com uma base de preço, já que a administração que até agora tem sido o de a BR Distribuidora, e conta com todos os overheads [despesas] da LISTA. Não está na mesa, nesse momento, falar da privatização da empresa. Já me perguntaram se é possível, no futuro, mas o futuro pode ser qualquer coisa, né?

O caso é que vamos começar com a companhia de economia mista, para conhecer a realidade da gestão de uma empresa distribuidora de gás foi adaptado ao Novo Mercado de comercialização de Gás.

Mas não para os planos de privatização, que não vai contra o que há de Novo no Mercado da Gasolina?

Os que não. No ambiente da regulação e do Espírito Santo , vai estar vinculados ao Novo Mercado de Gás em todos os pontos, com exceção de que este [o aumento]. Em todos os outros, vamos encontrar uma maneira de harmonizar e de nossa empresa é o cuidado deste contrato, a adaptação: os consumidores grátis, autoimportador, autoprodutor, etc.

Por outro lado, a privatização das empresas estatais, coloca-se como condição para o ministro da economia, Paulo Guedes, para o apoio das dívidas dos estados, [Plano de Mansueto]. O Espírito Santo não é necessário, já que é o único que se nota nas contas.

Como É de Gás que ver com a quebra do monopólio das empresas estatais?

O que se faz no mundo é o da regulação do volume e da capacidade de chamadas públicas, leilões,… Conta com uma série de parâmetros que devem ser passados.

O que o governo federal está falando de privatizar as empresas do estado, pode dar lugar a um monopólio privado. O que tem que ser regulamentado para a nova monopolista é o preço, o que não é ruim.

A empresa de distribuição, a compra de uma molécula e o entrega a este custo, o lar, o custo da compensação das despesas de capital [novos investimentos], e dos custos de funcionamento [custo], e para o consumidor. Se você quebrar o monopólio de comercialização, de produção e de transporte e o metabolismo de chegar no citygate [o ponto de entrega mais barato, nós vamos passar esta mais gás a um bom preço.

Não há muito no sentido de romper com o monopólio da distribuição, já que a distribuição é um monopólio natural. O que não faz sentido econômico que conta com duas redes no mesmo lugar, assim, o transporte da gasolina, do gás e da energia, que são monopólios naturais.

Neste ponto de vista, a empresa se torna mais acessível para os novos clientes, que a dia de hoje não é por que, o preço é muito alto. Pode ser usado para isso, também para atrair novas empresas e para o estado.

Neste sentido, a ruptura do monopólio dos passos, é muito agradável. O que encarece muito o preço, hoje em dia é o da compra e venda da matéria. Eu acho que em todo este trabalho, no conjunto dos atores, para MIM, [a Economia], SENHORA [Minas e Energia], o Cade e a ANP tem sido no sentido de que o faça.

O governo federal aposta na iniciativa privada para a construção de novos gasodutos. E Como o senhor acha que é a melhor opção?

E mais uma coisa, antes de pensar em construir um gasoduto é a de pensar, que é a versão [de oferta de capacidade ociosa para os outros agentes de] que a força aérea brasileira vai dar no que diz respeito às suas obrigações. A força aérea brasileira, fez um movimento legítimo da obstrução das capacidades que já vendem as tubulações de gás natural, mas que, tomando-os contratos de todos e todas. Ela afundou-se no físico, mas é com o contratante, toda a capacidade da molécula de nenhuma das que pode entrar lá.

Então, no momento em que a força aérea brasileira realiza a atualização das capacidades de que não se está usando, a gente vai começar a ver a quantidade que está disponível em cada um dos tubos que se estendem por todo o Brasil. A primeira coisa que você tem que concluir o estádio, e depois de pensar em construção.

Mas que É um Gás que não se opõe à construção de infra-estrutura, através da iniciativa privada?

Se há um empresário que deseja instalar o gás no ponto em que a companhia tem a opção de fazer. Se você não tem uma condição, seja qual for a razão, a empresa dá para a libertação, para que o cliente da construção de um extremo a outro e exclusivamente para ele. Mas se temos uma doença, que queremos construir.

A redução do capital e da força aérea brasileira, no BRASIL o Distribuidor muda por algou É o Gás natural?

Não mudou nada. E é que o governo, com 51% e uma entidade privada até 49%. Existe um estatuto aprovado, e tudo o que vem, se ficar, vai ter que cumprir com o que foi acordado. Teve uma intervenção na Assembleia Legislativa e o poder Judiciário do estado. Não existe a preocupação de que a ruptura de um contrato, está muito bem amarrado.

Fonte: www.sindigas.org.br/novosite/?p=15746

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