Sindigás ” YPFB, envia para a primeira exportação de GLP (gás ao Brasil.

Fonte: MUNDO

HIDROCARBONETOS. O contrato com a empresa brasileira Copagaz se prevê o envio de até 6.000 toneladas mensais de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). Distribui-Se principalmente no estado de Mato Grosso do Sul.

A cidade de Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul, recebe esta semana as primeiras cisternas de água com Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) daquele país, o carro com o qual se iniciam as operações do Contrato de exportação celebrado entre campos Petrolíferos Fiscais Bolivianos (YPFB) e Copagaz (empresa Distribuidora de Gás), o mesmo que estabelece o envio de até 6.000 toneladas mensais do consumo.

A informação deu a conhecer o presidente da estatal petrolífera, Oscar Barriga, que esclareceu que o GLP (gás), que é adquirida pelos Copagaz, uma das maiores distribuidoras de gás da Argentina, sairá à venda, principalmente, nos setores domiciliar e industrial no estado de Mato Grosso do Sul.

“Nós continuamos trabalhando para garantir a comercialização de nosso gás, no novo cenário configurado para que esta energia no mercado internacional, e estamos preparados para continuar a abrir mercados e vamos continuar trabalhando para garantir que o gás siga convertendo-se em benefício econômico para todo o país”, disse o presidente executivo da YPFB.

O contrato, que deu pé a que o transporte de GLP (gás) foi assinado no marco das atividades do Fórum, do Gás e da Petroquímica e Combustíveis Verdes”, evento que teve lugar em agosto, a cidade de Santa Cruz.

O documento prevê a exportação de até 72.000 toneladas de GLP (gás), durante o prazo de um ano. Com este envio, concretiza-se o quarto mercado para o GLP (gás boliviano, depois de Peru, Paraguai e Argentina.

A bolívia tem uma produção excessiva de GLP (gás), graças às suas duas Plantas de Separação de Licuables, a cidade de Rio Grande, no que foi o lançamento, em 2013, e da Planta, Carlos Villegas, localizado na cidade de Yacuiba, que entrou em operação na gestão 2015.

Fonte: www.sindigas.org.br/novosite/?p=15778

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