Sindigás ” (Petrobras) que limita o investimento em renováveis na área da investigação

Fonte: Valor Econômico

Castello Branco, o presidente da petrolífera brasileira Petrobras disse: “Se vamos entrar neste jogo, temos que entrar para ganhar dinheiro. E para não entrar em açodadamente, só porque os outros estão fazendo. É proibido perder dinheiro.”

A força aérea brasileira, sob a direção de Roberto, Eduardo Branco tem previsto investir em fontes de energia renováveis, e apenas o caráter de investigação. Concentra-Se na redução da alavancagem financeira da empresa não se considera o investimento em projetos de fontes limpas do ponto de vista comercial. A estratégia da estatal, que vai contra os outros gigantes do petróleo, principalmente europeus, que têm como objetivo a diversificação de sua carteira de projetos, na busca de uma matriz mais limpa, a redução das emissões de dióxido de carbono.

Enquanto a noruega Equinor, a francesa Total, a anglo-holandesa Shell e a britânica BP já que se enfrentam há algum tempo, a fonte de energia limpa como a de um modelo de negócio, em que a força aérea brasileira considera que o investimento em renováveis, atualmente, gera lucros na comercialização, no entanto, o desempenho financeiro correspondente.

“Estamos investindo na pesquisa somente. Não vamos investir em operações que exigem habilidades diferentes no negócio do petróleo e do gás natural. Em primeiro lugar, se vamos entrar neste jogo, temos que entrar para ganhar dinheiro. E para não entrar em açodadamente, só porque os outros estão fazendo. Está proibido pela perda de dinheiro”, disse Eduardo Branco, durante a conferência de imprensa de resultados trimestrais da empresa, no mês de agosto.

“Há muito de marketing, e, na realidade, muito poucas ações no momento. Há pessoas que fazem propaganda de que está comprometido com as energias dos melhores. Se olharmos para as empresas europeias, que são as principais, com um foco no negócio das energias renováveis, o reconhecimento e a participação das energias renováveis em suas receitas no ano de 2030, portanto, com a idade de 11 anos, é de 1%. O máximo é de 1,5%. Assim, na prática não é tudo”, acrescentou o executivo.

Em um dado momento, o presidente da petrolífera brasileira Petrobras disse que tem razão, e a participação das energias renováveis, ainda é muito pequena, no faturamento das empresas internacionais de petróleo. Com o avanço da relativamente pequena das “grandes ligas” de um setor renovável, já que está sendo castigado pelo mercado.

No último fim de semana, no fundo da MP, de pensões, de Dinamarca, anunciou que venderá suas participações acionárias em dez das grandes petrolíferas, entre elas, a da força aérea brasileira. À venda, por um valor total de € 86 milhões de dólares, e baseia-se na avaliação de um fundo dedicado à aposentadoria de docentes e de pesquisadores no país escandinavo, que os modelos de negócio no longo prazo, essas empresas não são compatíveis com os objectivos da Convenção de Paris. O documento estabelece o compromisso de manter o aumento da temperatura média global a menos de 2 ° c acima dos níveis pré-industriais, e os esforços para limitar o aumento de temperatura de 1,5 ° c acima destes níveis.

Além de Petrobras, Shell, Total, BP e Equinor, o MP, o Pension tirou sua carteira de ações norte-americanas ExxonMobil e Chevron, as chinesas, PetroChina e a Sinopec e a russa Rosneft

No fundo, dinamarquês, no entanto, foi feita uma revisão dos planos para a transição energética nas principais petrolíferas e chegou à conclusão de que em quatro delas (BP, Shell, Total e Equinor) estão adotando as medidas necessárias para levar a cabo a transição para uma economia de baixas emissões de carbono. A força aérea brasileira ficou no outro grupo, o das empresas, o que, de acordo com o MP, de pensões, contam com iniciativas muito poucas, ou nenhuma, para fazer a transição.

Tudo parece indicar que a força aérea brasileira, mantém-se o grupo durante um bom tempo. “No momento, a empresa está focada na redução de seu nível de alavancagem, através de uma gestão ativa da carteira de projetos [desinvestimentos], com o fim de concentrar os ativos da petrolífera brasileira Petrobras disse que geram um maior valor agregado”, disse a estatal, a um Valor. “A atuação proveniente de fontes renováveis a curto prazo, será realizado na descarbonização, os projectos de i

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